Quinta-feira, Janeiro 12, 2006

E aí, moscada??????!!!!!!

Moscada? Moscadaaa? Ei! Uh,uh... Mosquinhas? Mosquetes? Moscoilas?

(........)

Nem mosca mais...

:(

13:34 || Comentarios:
Terça-feira, Julho 12, 2005

Olá...

Ganhei o mês...o filho (ou alguma coisa) de uma dessas mulheres interplanetárias que de umas semanas pra cá passam por aqui deixou cair o estojo de lápis de cor do meu lado, na rua. Daqueles que tem tantos botões e orifícios pra guardar alguma coisa (nada, no meu caso) que dá até medo de ser um negócio terrorista (sabe aqueles negócios...?). De qualquer jeito, tava precisando de lápis pra escrever há alguns dias, e agora tenho vários. Coloridos. Deu trabalho pra abrir o estojo, mas consegui. Quebrei.

Falando em colorido, decidiram colocar essa loja chique aqui do lado de onde eu fico. Eu ia dizer casa, mas não vou enganar vocês. Mas já que eu tô escrevendo em verde, lá vou eu: decidiram colocar essa loja chique aqui do lado de casa. O que eles vendem lá ? Não sei...deve ser tudo, né ? Entra até cachorro. Daqueles pequenos e feios, sabe ? Feios de verdade, não como esses vira-latas que moram comigo. Esses de tão mal cuidados, são bem bonitos. Bom, deixa eu falar...

Tem essa loja. Muita gente vem pra cá, e acho que eles não são daqui (aqui = mundo, minha casa, "Pláneti Ãrch" - tô bem, hoje). Eles não olham pro lado de cá do cenário, sabe ? Tem a loja, e bem do lado tem um monte de gente como eu, que mora num espaço do tamanho de um dos banheiros da loja, eu imagino. Talvez até menor. Com certeza mais sujo. Que seja, eles não olham ! Nem reparam, nem dizem: "puxa vida, que lugar feio !"; eles simplesmente passam reto. Acho que no planeta que eles vieram só se vê o que é verde. Ou aquilo que se ganha com o que é verde. Ou aquilo que em alguma de suas fases de existência, ou utilidade, é ou foi verde. Enfim, verde.

Elas chegam, se multiplicam dentro dos seus tanques, e vão embora carregadas. Eu chego carregado, me enfiam dentro dos seus tanques, e quase me multiplicam. Assim a vida segue...

Agora eles vão ler o que eu escrevo...tá em verde.

Cansei. Preciso dar uma volta com o Borto.
Até.

21:30 || Comentarios:
Terça-feira, Junho 28, 2005

Oi
Eu ia falar de política, mas tem tanta gente falando sobre isso que até desanimei. Além disso, a idéia de escrever alguma coisa por aqui é justamente falar sobre nada. Ficarei pouco à vontade escrevendo sobre temas relevantes, e que pessoas tão bem letradas já se aventuram a fazer. Então, respeitando minha absoluta incapacidade de escrever algo com sentido, vou escrever sobre mesadas.

Sim, mesadas. Eu me lembro do tempo, há uns 28 anos, que eu recebia mesada do meu pai. Era quase nada, mas aquela quantia hoje em dia provavelmente quebraria um galho. Não teria que furtar essas folhas em que agora escrevo, mas talvez teria que me satisfazer com uma bic, e não com essa lapiseira bonita que acabei de adquirir. De qualquer jeito, seria um escritor quase profissional, pelo menos dono do papel necessário pra uma escrita que se preze.

Fazia por merecer aquela mesada. Esperava o mês inteiro pelas moedas que pareciam brotar como mágica das mãos do bom velhinho. Trocava por coisas que até obedeciam ao Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público, como balas, figurinhas, doces, e revistinhas. Dividia entre os amigos. Cada um deles sabia do dia em que os colegas recebiam mesada, e pela eficiência combinavam quais seriam as aquisições futuras, pra que não houvesse repetições. Comportava-me bem pra fazer valer o esforço do meu pai com aquele quinhão, que já nascia em suas mãos reservado pra mim. Eu sabia da dificuldade, e até por isso o sabor dos frutos eram mais doces ainda.

Pela Economicidade, valorizava a poupança (às vezes). Deixava de gastar num mês, só pra que no outro pudesse realizar obras até então inimagináveis, como uma pipa. E lá ia a mesada toda, mas a alegria era dobrada, e podia ser vista por vários guris no céu do bairro em que eu nasci.

Com o tempo eu fui ganhando idade, e perdendo privilégios. Tudo ficou mais sério. A mesada fica para as novas gerações, que ainda podem soltar sua alegria em longos espaços de tempo, pelo céu do bairro que hoje me abriga com muito esforço.

Tenho que parar de escrever porque a ponta da lapiseira vai acabar, e a papelaria tá fechada. Depois eu continuo.
Até.

00:23 || Comentarios:
Terça-feira, Junho 14, 2005

Olá...

Eu voltei. Deu uma brecha aqui no emprego. Queria te falar, falar, falar...sabe como é, né ? É tão difícl encontrar alguém que escute, e ver você assim parada na minha frente enquanto eu falo desse jeito é até surpresa. Mas de você eu não poderia esperar outra coisa...

Tô escrevendo, sim. Vez em nunca. O único lápis que eu tinha eu perdi dentro do meu carro, no meio de todas aquelas caixinhas de cds vazias. Sobraram algumas anotações, e tô criando coragem pra furtar uma lapiseira bonita de uma papelaria daqui de perto. Bem legal. Aventura nova.

Se quiser ser minha parceira, eu deixo você furtar a borracha. Iniciante no crime, furtos pequenos. O quê ? Não é iniciante ? Já furtou aqueles balões amarelos com números que o vallet põe em cima do carro quando estacionamos ? Você é boa, então...pode me empregar ? Eu costumava escrever pequenas histórias, mas perdi o lápis. Agora eu só falo. E torço pra você gravar cada palavra das frases que eu te direciono.

Olha só: acho que a parceria pode funcionar. Você me escuta (vez ou outra eu exagero nos meus devaneios, tá ?) e em troca eu furto pequenas coisas pra você. Sabe aqueles alimentos de plástico nas vitrines de lojas de artigos pra cozinha ? Sabe as fotos recortadas de revistas que usam em porta retratos nas lojas de utensílios domésticos ? Coisas como essas...a gente nunca sabe quando vai precisar.

...

Moça ? Moçaaaaa...?

00:05 || Comentarios:
Quarta-feira, Junho 08, 2005

Olá...

"Quanto tempo ! Venho de longe pra dizer que eu estava com saudade. Fiquei sem te dar um mísero recado esse tempo todo, mas pensei em você, nos teus amigos. Nos dias frios, nos dias quentes. Pensando se você estava gripado quando a temperatura variava como a confiança em dias melhores.

Se eu estou bem ? Eu tenho pouco tempo, você sabe disso. Busco dividir-me em porções pequenas e suficientes pra lidar com tudo isso por aqui, mas mesmo assim vou levando tudo da melhor maneira. Perdi parte da alegria um dia desses, mas a maior parte dela anda do meu lado, todo dia. E ainda canto. Perdi a voz um dia desses, mas a encontrei perdida perto de um bueiro. Se ainda é útil ? Você sabe...ela às vezes tenta desenfreadamente convencer quem não merece maior castigo, mas vira e mexe sabe o que diz. E diz alto, pra mostrar confiança.

O que tenho feito nas horas vagas ? Ora, eu as tenho ? Até que eu tinha alguma por aqui, mas alguém sabidamente furtou. Melhor, roubou. Aprendi a diferença entre esses dois crimes dia desses...e agora incluo esse tema em conversas que aparentemente não o incluem. As horas vagas ? Então, nem sinto falta delas, sabe ? Estar realmente livre é se comprometer a algo, não é ? Pois então, sou livre.

E você, o que tem feito ? Pra onde tem ido ? O que tem escutado ? Muita confusão por aí ? Por aqui também. O importante é saber rir disso tudo...pelo menos é o que dizem. Cansei de tentar aprender a jogar truco. Acho que aprendi, mas não consigo ter a malícia dos vencedores. Se eu me importo ? Não...é até engraçado assistir ao jogo. Eu fico de fora, jogando mau mau. É bem mais fácil, não ? Tem jogo que todo mundo joga e eu não consigo entender. Fazer o quê ?

O que ? Não tá entendendo nada do que eu te digo ? Putz...nem quer que eu comece de novo, quer ? Não ? Tudo bem...eu só queria conversar. Mais tarde eu tento de novo.
Tchau !"

00:15 || Comentarios:
Sexta-feira, Abril 29, 2005

Oi...

Esse blog virou um pedaço do espaço... Alôooo...ô...ô...ô..

15:27 || Comentarios:
Quarta-feira, Fevereiro 16, 2005

Olá...

Pra onde eu vou agora ? Tem uma mão que não me solta, meio que guiando e sendo guiada por mim, indicando pra onde correr quando essas paredes ficam cada vez mais estreitas, querendo me expulsar, como acontece agora. Curiosamente eu nunca erro a hora de sair, e ela me acompanha. Sussurra em meu ouvido a dica certa, a alternativa a ser traçada, o ponto que falta. E nesse eu vou.

Por vezes em lugares abarrotados de gente, muito barulho e luzes fortes...por vezes em outros vazios, silenciosos e opacos. Qualquer lugar é mero complemento quando se tem a mão que não se solta. Posso ter visto 200 lugares diferentes antes de te segurar. Mas não os aproveitei, e não os entendi. Que eu tenha mais que outros 200 lugares diferentes pra minha mão te levar, pra que a gente entenda junto a hora de chegar, mudar, rir, e sair.

O que te comporta é o que me inclui...sempre.

A gente se fala, então...
Abço,
Thiago

00:34 || Comentarios: